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 Rússia lança um dos maiores barramentos balísticos contra Kyiv

Rússia lança um dos maiores barramentos balísticos contra Kyiv

A Rússia realizou, na noite de 18 para 19 de julho, um dos maiores barramentos de mísseis balísticos desde o início da guerra, mirando principalmente o oblast de Kyiv. Segundo a avaliação de 19 de julho do Institute for the Study of War, a Força Aérea ucraniana informou que as forças russas lançaram 40 mísseis e 125 drones contra a Ucrânia durante a noite.

O pacote de ataque incluiu 10 mísseis antinavio Zirkon, 25 mísseis balísticos Iskander-M ou S-400, três mísseis antinavio Onyx e três mísseis de cruzeiro guiados Kh-59/69. A Rússia também usou drones de ataque dos tipos Shahed, Gerbera e Italmas, munições vagantes Banderol e drones isca Parodiya.

As defesas ucranianas derrubaram 108 drones, 17 mísseis Iskander-M, Zirkon ou S-400, além de um míssil de cruzeiro Kh-59/69. Apesar dessas interceptações, 23 mísseis e 10 drones atingiram 20 locais, enquanto destroços caíram em outros 18 pontos. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que esse foi um dos maiores pacotes de ataques balísticos contra o oblast de Kyiv desde 2022.

Kyiv continua sendo o principal alvo do barramento russo

O ataque russo mirou principalmente Kyiv e sua região. Segundo Zelensky, a ofensiva atingiu sobretudo a cidade de Kyiv, matando pelo menos um civil e ferindo 16. Autoridades ucranianas também relataram ataques contra infraestruturas civis e energéticas nos oblasts de Kharkiv, Mykolaiv e Odessa.

Essa concentração em Kyiv tem duplo significado. No plano militar, a Rússia tenta saturar as defesas aéreas ucranianas, testar capacidades de interceptação e explorar a escassez global de interceptores Patriot. No plano político, atacar a capital continua sendo uma forma de manter pressão direta sobre o governo ucraniano e a população.

Kyiv não é apenas um centro administrativo. Também é símbolo da resistência ucraniana. Cada grande ataque contra a capital busca, portanto, produzir efeito psicológico além dos danos materiais imediatos.

O fato de a Rússia empregar grande número de mísseis balísticos também mostra uma adaptação de sua campanha aérea. Mísseis balísticos são mais difíceis de interceptar do que muitos drones ou mísseis de cruzeiro, especialmente quando as defesas antiaéreas têm estoques limitados.

Rússia usa mais mísseis balísticos do que produz por mês

Um dos pontos mais importantes da avaliação do ISW é que a Rússia teria lançado em julho mais mísseis balísticos contra a Ucrânia do que normalmente produz em cada mês. Segundo o Militarnyi, citado na avaliação, a Rússia teria usado até dois terços de sua produção anual planejada de mísseis Zirkon apenas em julho de 2026.

Os relatórios da Força Aérea ucraniana indicam que a Rússia já lançou 107 mísseis balísticos e 20 mísseis Zirkon contra a Ucrânia desde o início de julho. O Militarnyi cita informações da inteligência militar ucraniana segundo as quais a Rússia produz cerca de 60 mísseis balísticos Iskander-M e 40 mísseis para o sistema S-400 por mês.

Se esses números forem corretos, a Rússia provavelmente está recorrendo aos estoques para manter a intensidade dos ataques. Essa decisão mostra que Moscou dá alta prioridade ao uso de mísseis balísticos, apesar de seu custo e disponibilidade limitada.

A lógica é clara: esses mísseis têm taxa de sucesso maior do que drones e alguns mísseis de cruzeiro. A Rússia parece, portanto, privilegiar munições mais difíceis de interceptar para obter mais impactos contra alvos ucranianos.

Menos drones, mais mísseis difíceis de interceptar

A Rússia reduziu simultaneamente o número de drones lançados em cada pacote noturno. Segundo o ISW, as forças russas lançaram 2.955 drones até agora em julho de 2026, contra 5.749 em junho.

Essa evolução sugere uma mudança temporária ou tática na composição dos ataques. Em vez de se apoiar principalmente em ondas massivas de drones para saturar as defesas ucranianas, Moscou combina volumes menores de drones com mais mísseis balísticos.

Essa abordagem pode buscar explorar os limites das defesas ucranianas. Drones são numerosos e mais baratos, mas frequentemente são interceptados em grande quantidade. Mísseis balísticos, por outro lado, exigem sistemas de defesa mais sofisticados e interceptores mais raros.

A escassez global de interceptores Patriot dá à Rússia uma janela de oportunidade. Se a Ucrânia não tiver mísseis suficientes capazes de interceptar ataques balísticos, as chances de impacto aumentam.

Essa dinâmica torna os próximos meses críticos para a defesa aérea ucraniana.

Infraestruturas postais e energéticas viram alvo

Autoridades ucranianas indicaram que a Rússia também atingiu infraestruturas civis e energéticas nos oblasts de Kharkiv, Mykolaiv e Odessa. O serviço postal ucraniano Nova Poshta informou que as forças russas realizaram três ataques contra seu terminal de triagem no oblast de Kharkiv, matando três civis.

O ISW destaca que esse ataque faz parte de uma campanha contínua contra infraestruturas postais. Esses alvos podem parecer secundários em comparação com usinas elétricas ou instalações militares, mas desempenham papel importante na logística civil e econômica.

Serviços postais apoiam distribuição de mercadorias, entregas de ajuda, fluxos comerciais e vida cotidiana em zonas afetadas pela guerra. Atacá-los perturba a capacidade da sociedade ucraniana de funcionar sob pressão.

Os ataques contra infraestrutura energética também permanecem um eixo constante da estratégia russa. Ao mirar eletricidade e redes de apoio, Moscou tenta aumentar os custos econômicos e sociais da guerra para a Ucrânia.

Ucrânia continua ataques contra navios russos

Enquanto a Rússia intensifica seus ataques aéreos, a Ucrânia continua sua campanha contra navios russos no Mar Negro. O Serviço de Segurança da Ucrânia anunciou em 19 de julho que as forças ucranianas atingiram o petroleiro Avero, pertencente à frota fantasma russa.

Segundo o ISW, o Avero é um dos quatro petroleiros russos atingidos pela Ucrânia entre 10 e 19 de julho. O comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia, major Robert “Magyar” Brovdi, afirmou que as forças ucranianas também atingiram 13 estações submarinas na Crimeia ocupada e quatro petroleiros russos no Mar Negro durante a noite.

Brovdi afirmou que a Ucrânia atingiu 176 embarcações russas no Mar Negro e no Mar de Azov entre 6 e 19 de julho. Esse número mostra a escala da campanha ucraniana para enfraquecer a logística marítima russa.

O objetivo é claro: reduzir a capacidade de Moscou de sustentar a Crimeia ocupada, transportar combustível e usar o Mar Negro como profundidade logística.

Travessia de Kerch sob pressão

Segundo Brovdi, as forças ucranianas também atingiram e destruíram cinco balsas russas entre 6 e 19 de julho: Lavrentiy, Panagiya, Eysk, Maria e SKS-One. Essas balsas teriam sido responsáveis por cerca de 80% do transporte militar do porto de Kavkaz, no krai de Krasnodar, para a Crimeia ocupada.

A Ucrânia afirma que esses ataques reduziram a capacidade da travessia de balsas de Kerch em 75%. Se esse número for confirmado, trata-se de um impacto logístico importante. A Rússia depende de várias rotas para sustentar a Crimeia, mas balsas, pontes, portos e navios continuam vulneráveis aos ataques ucranianos.

A campanha ucraniana busca, portanto, isolar gradualmente a península. Ao degradar balsas e navios, Kyiv tenta dificultar o transporte de combustível, equipamentos, munições e material militar.

Essa estratégia não retoma imediatamente o território, mas aumenta o custo operacional da ocupação russa.

Infraestruturas petrolíferas russas também são atingidas

A Ucrânia também prosseguiu com ataques de longo alcance contra infraestruturas petrolíferas russas. O SBU informou que as forças ucranianas atingiram três depósitos de petróleo no krai de Stavropol, a cerca de 600 quilômetros da fronteira internacional.

Imagens geolocalizadas publicadas em 19 de julho mostram fumaça subindo de dois terminais de armazenamento e distribuição de combustível em Mikhaylovsk, no krai de Stavropol. O governador regional Vladimir Vladimirov reconheceu que um ataque de drone ucraniano provocou explosões na cidade de Stavropol.

Esses ataques fazem parte de uma campanha mais ampla contra a energia russa. Depósitos de combustível, terminais marítimos, refinarias, subestações elétricas e infraestruturas logísticas tornaram-se alvos importantes para a Ucrânia.

O objetivo é perturbar a capacidade da Rússia de sustentar suas operações militares, transportar combustível e manter seus fluxos econômicos.

Novorossiysk e fluxos petrolíferos sob vigilância

O Caspian Pipeline Consortium afirmou em 19 de julho que drones ucranianos atingiram um terminal marítimo russo em Novorossiysk, no krai de Krasnodar, provocando incêndio e interrompendo o carregamento de petróleo no terminal.

Novorossiysk é um ponto logístico e energético estratégico no Mar Negro. Qualquer perturbação nessa zona pode afetar exportações, seguros, transporte marítimo e a percepção de risco ao redor das infraestruturas russas.

Para Kyiv, atingir esse tipo de instalação faz parte de uma estratégia de pressão econômica e militar. A Rússia usa suas infraestruturas energéticas para financiar o Estado, sustentar seu esforço de guerra e manter sua resiliência econômica. Os ataques ucranianos buscam, portanto, criar custos adicionais.

Para os mercados, ataques contra terminais petrolíferos russos podem contribuir para a volatilidade da energia, especialmente se perturbarem carregamentos ou elevarem os riscos no Mar Negro.

Zelensky multiplica reuniões militares

O presidente Volodymyr Zelensky continua se reunindo com altos comandantes militares ucranianos. Em 18 de julho, ele afirmou ter conversado com o comandante em chefe das Forças Armadas da Ucrânia, general Oleksandr Syrskyi, e com o ex-ministro da Defesa Mykhailo Fedorov.

Zelensky declarou estar ciente de problemas de comunicação entre o Exército ucraniano e outras estruturas militares. Acrescentou que decisões relativas ao Exército seriam trabalhadas.

Essa declaração é significativa. Sugere que Kyiv busca melhorar a coordenação interna em um momento no qual as operações se tornam mais complexas. A Ucrânia conduz simultaneamente operações defensivas em vários fronts, ataques de longo alcance contra a Rússia, ataques contra logística marítima e campanhas contra infraestruturas energéticas.

Uma coordenação eficaz entre forças terrestres, drones, serviços de inteligência, defesa aérea e comandos regionais torna-se, portanto, essencial.

Rússia avança no norte do oblast de Sumy

O ISW indica que as forças russas avançaram recentemente no norte do oblast de Sumy. Imagens geolocalizadas publicadas em 6 e 19 de julho mostram avanços russos a sudoeste de Komarivka e ao sul de Yablunivka, ao norte ou noroeste da cidade de Sumy.

Um blogueiro militar russo também afirmou que as forças russas avançaram em direção ao leste de Ulanove e ao sudeste de Bachivsk. O objetivo russo nesse eixo continua sendo criar zonas tampão defensáveis ao longo da fronteira internacional.

Esses avanços não mudam necessariamente o equilíbrio global da guerra, mas mostram que a Rússia continua aplicando pressão local em regiões fronteiriças. O oblast de Sumy é importante porque pode servir como zona de ameaça permanente contra o nordeste da Ucrânia.

Ao forçar a Ucrânia a defender esse eixo, a Rússia também pode tentar dispersar recursos ucranianos.

Pressão continua em Donetsk e Kharkiv

As forças russas continuaram operações ofensivas no norte do oblast de Kharkiv em 18 e 19 de julho, sem avanços confirmados. Atividades limitadas também foram registradas nas direções de Velykyi Burluk, Borova, Slovyansk, Dobropillya, Pokrovsk, Oleksandrivka, Hulyaipole e oeste do oblast de Zaporizhzhia.

Na direção de Kupyansk, fontes russas afirmaram que as forças ucranianas mantinham posições no centro da cidade em áreas onde forças russas haviam se infiltrado anteriormente. Isso sugere que tentativas russas de infiltração nem sempre se traduzem em controle duradouro do terreno.

Na direção de Lyman, uma brigada ucraniana relatou que ataques de drones ucranianos impedem as forças russas de usar veículos para transportar suprimentos às posições avançadas. Os russos seriam forçados a levar suprimentos a pé por dezenas de quilômetros.

Essa situação mostra o impacto crescente dos drones na logística do campo de batalha.

Kostyantynivka e Pokrovsk seguem sob tensão

O ISW avalia que as forças russas continuaram missões de infiltração em Kostyantynivka. Imagens geolocalizadas mostram ataques ucranianos contra uma posição russa no centro da cidade, após o que o ISW avalia como uma missão de infiltração russa.

Na direção de Pokrovsk, as forças russas continuaram operações ofensivas sem avanços confirmados. O Estado-Maior ucraniano relatou que as forças ucranianas atingiram uma ponte rodoviária usada pelos russos para logística perto de Novoekonomichne, a leste de Pokrovsk.

Uma brigada ucraniana operando nesse setor também informou que as forças russas exploram a vegetação de verão para esconder posições e transferir discretamente grupos de assalto usando bicicletas elétricas.

Esses detalhes ilustram a natureza adaptativa do combate. Os dois lados usam meios cada vez mais precisos e discretos para movimentar tropas, atingir logística e explorar condições sazonais.

Forças ucranianas teriam liberado Novopavlivka

O observador militar ucraniano Kostyantyn Mashovets relatou em 19 de julho que as forças ucranianas estão limpando Novopavlivka e avançam ao sul da localidade, enquanto atacam ao longo da estrada Novopavlivka-Dachne.

Segundo Mashovets, Filiya, a sudoeste de Novopavlivka, continua sendo uma zona cinzenta contestada, enquanto as forças russas parecem manter apenas posições ao sul da localidade. Ele também informou que forças ucranianas obtiveram certos resultados táticos nas direções de Novopavlivka e Oleksandrivka, avançando de nove a 10 quilômetros em algumas áreas.

Se essas informações forem confirmadas, mostrariam que a Ucrânia conserva capacidade de contra-ação local, mesmo enquanto a Rússia mantém pressões em vários eixos.

O ISW também observa que o Ministério da Defesa russo reivindicou a tomada de Vilne, mas avalia que essa afirmação faz parte de um esforço russo de guerra cognitiva para sinalizar sucesso no campo de batalha apesar da ausência de provas disponíveis.

Ataques ucranianos contra subestações elétricas ocupadas

As forças ucranianas continuaram sua campanha contra infraestruturas energéticas russas nos territórios ocupados. O major Robert “Magyar” Brovdi afirmou que a Ucrânia atingiu subestações elétricas em Bila Hora e Bezhynove, no oblast ocupado de Luhansk.

Ele também relatou ataques contra uma subestação em Zemlyanky, na direção de Oleksandrivka, além de Shyroke, no oblast ocupado de Kherson. Na Crimeia ocupada, as forças ucranianas teriam atingido oito subestações elétricas, incluindo em Kerch, Ponyzivka, Sudak, Shchebetivka, Yedy-Kuyu, Zelenyi Yar e Berdyansk.

Esses ataques provavelmente buscam perturbar logística, comunicações, apoio militar e capacidades administrativas russas nas áreas ocupadas. A eletricidade é infraestrutura básica para operações militares modernas.

Ao mirar essas subestações, a Ucrânia tenta fragilizar a retaguarda russa.

Ataque russo contra veículo da Cruz Vermelha

No oblast de Zaporizhzhia, as forças russas realizaram um ataque de drone FPV contra um veículo da Cruz Vermelha em Vilnyansk, segundo o chefe da administração militar regional Ivan Fedorov. Imagens geolocalizadas publicadas em 19 de julho mostram o veículo destruído após o ataque.

Esse ataque ilustra os riscos enfrentados por organizações humanitárias perto das zonas de guerra. Veículos identificados como humanitários deveriam receber proteção especial, mas ataques com drones tornam o ambiente extremamente perigoso.

Além do impacto imediato, esse tipo de ataque pode complicar a distribuição de ajuda, evacuações e apoio a civis em áreas próximas da frente.

O ISW observa que não detalha sistematicamente crimes de guerra russos, mas continua avaliando seus efeitos sobre a população ucraniana e as operações militares.

O que observar agora

O primeiro ponto a observar é a continuidade dos ataques balísticos russos. Se Moscou continuar usando estoques, a intensidade dos ataques contra Kyiv e infraestrutura ucraniana pode permanecer alta.

O segundo ponto é a disponibilidade de interceptores Patriot. A escassez global dá à Rússia uma oportunidade de aumentar a eficácia de seus mísseis balísticos.

O terceiro ponto é a campanha ucraniana no Mar Negro. Ataques contra petroleiros, balsas e terminais podem reduzir a capacidade russa de sustentar a Crimeia.

O quarto ponto é a logística russa em Kerch, Novorossiysk e nos territórios ocupados. Qualquer perda de capacidade pode complicar operações russas.

O quinto ponto é a situação no norte de Sumy. Avanços russos locais podem forçar a Ucrânia a reforçar essa fronteira.

O sexto ponto é a evolução em torno de Novopavlivka. Uma liberação confirmada reforçaria a capacidade ucraniana de obter ganhos táticos locais.

Conclusão

A avaliação de 19 de julho do Institute for the Study of War descreve uma fase de guerra particularmente intensa. A Rússia realizou um dos maiores barramentos balísticos contra Kyiv e o oblast de Kyiv, lançando 40 mísseis e 125 drones durante a noite de 18 para 19 de julho. Apesar de muitas interceptações ucranianas, mísseis e drones atingiram vários locais, matando pelo menos um civil e ferindo 16 em Kyiv.

Ao mesmo tempo, a Ucrânia continua uma campanha de ataques de longo alcance contra navios russos, balsas, depósitos de petróleo, terminais marítimos e subestações elétricas. Essa estratégia busca degradar a logística russa, isolar a Crimeia ocupada e elevar os custos do esforço de guerra de Moscou.

Ponto final

A guerra entra em uma fase na qual a Rússia aposta mais em mísseis balísticos caros e difíceis de interceptar, enquanto a Ucrânia tenta atingir vulnerabilidades logísticas russas no Mar Negro, na Crimeia ocupada e dentro do território russo. A capacidade de Kyiv de obter mais defesa aérea, combinada à capacidade ucraniana de manter ataques contra a logística russa, pode se tornar determinante para o equilíbrio operacional das próximas semanas.

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